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(VAMOS FALAR SOBRE) James Durbin



James Durbin é nativo de Santa Cruz, California, e atualmente é um dos finalistas do American Idol 2011. O gosto de Durbin por Rock e Heavy Metal ficou evidente desde a primeira audição do programa, onde ele cantou AC/DC e Aerosmith para os jurados. Nas suas performances ao vivo, já cantou Bon Jovi (I'll be there for you), Beatles (While my guitar gently weeps), Judas Priest (You've got another thing coming), Muse (Uprising), entre outros, sendo que em "Heavy Metal", de Sammy Hagar, performou ao lado de ninguém menos que Zakk Wylde. O próprio aponta suas maiores influências como Robert Plant, Ronnie James Dio, Steven Tyler e Freddie Mercury. Suas apresentações geralmente são sempre muito energéticas, marcadas por seus "pulinhos" e agudos altíssimos, animando bastante a platéia e até mesmo os jurados. James adora wrestling profissional, é casado e tem um filho de 2 anos, Hunter.

No entanto, a vida de Durbin não é um conto de fadas. Com 22 anos, ele é portador da Síndrome de Tourette e Síndrome de Asperger (espectro autista). Não sei se os sintomas da Síndrome de Tourette se agravam quando a pessoa está nervosa, mas James parece ter mais tiques enquanto ouve a opinião dos jurados.

As comparações entre ele e Adam Lambert tem sido intensas. Realmente as vozes são parecidas, especialmente nos agudos de amplitude estratosférica, e até mesmo os movimentos e roupas que James usa no palco lembram o Adam às vezes. Isso é ótimo, afinal Adam Lambert foi o melhor participante que passou pelos palcos do American Idol até hoje. Porém, enquanto Adam aposta num estilo mais "glam pop", Durbin é totalmente heavy metal. O próprio Adam admitiu isso, no Twitter.
@adamlambert "Durbin sounded badass tonight! Lot more control! And while we both have a rock scream I think we're pretty different stylistically." 
Tradução: @adamlambert "Durbin arrebentou hoje a noite! Muito mais controle! E mesmo nós dois tendo um grito rock, eu acho que somos bem diferentes estilisticamente."
A verdade é que James mudou e marcou a história do American Idol, pois Adam Lambert até arriscou um Led Zeppelin aqui, um Rolling Stones ali, Aerosmith acolá, mas James foi o primeiro candidato que de fato assumiu e introduziu o Rock e Heavy Metal no programa.







Nas primeiras vezes que assisti as performances do James, eu pensava "P-Q-P, o que é que esse cara tá fazendo aí ainda?". Isso porque peguei as piores apresentações dele ¬¬ Depois, vendo os episódios no Youtube (desisti de tentar acompanhar pela Sony), ele conseguiu desbancar a Haley e se tornou meu candidato preferido.

Durbin tem sido apontado como uma das maiores vozes de todas as temporadas e há quem diga que ele é o favorito para ganhar o programa. Eu sou meio descrente quanto a isso, não acredito que a terra do Pop e R&B vá escolher um representante do Heavy Metal pra ser o novo Ídolo Americano. Mas estou na torcida!

Eu estou tentando...

Sim, eu sei, eu sumi, comecei mal o blog...
Sim, eu sei, eu sequer comento em outros blogs pra conseguir visitantes...

Mas eu tenho um bom motivo: PROVAS!

Sim, provas são atividades extremamente time-consuming, e com isso não me sobra tempo pra nada…Principalmente porque sou uma pessoa com problemas. Depois de enrolar o máximo que posso, pego o caderno para estudar. Leio a primeira frase, e de repente lembro que preciso fazer algo pra lá, algo inadiável, urgentíssimo, que caso não seja feito, todas as crianças que passam fome na África vão morrer...Impressionante mesmo!
E assim vão aparecendo inúmeras coisas para fazer a cada frase que eu leio. No fim, tenho que estudar correndo e o que me salva é a minha habilidade da prolixidade (vulgo 'encher linguiça'). Mas cá estou para compartilhar algumas músicas com vocês. Músicas que eu preciso ouvir pelo menos uma vez num volume acima do recomendado depois de cada prova. É uma espécie de reboot que acontece no meu cérebro, ele fica pronto pra outra! São elas:

Queensryche - Silent Lucidity



Quando eu ouço essa música, eu consigo visualizar o sol nascendo, sei lá, me enche de esperança! Ou seja, se eu fui mal na prova, não fico mal porque terei outra chance! Hahaha, isso pode ser resumido perfeitamente pela frase "The dream is over...or has it just begun?"

Katy Perry - Firework



Essa é pra animar, remexer o esqueleto e soltar a voz! Deus sabe como eu gosto de chegar de fininho pra minha mãe e gritar "CAUSE BABY YOU'RE A FIIIIIIIREWOOOORK!"

Amorphis – Silver Bride



Essa me empolga de uma maneira que poucas conseguem! Não sei por que, mas me sinto uma viking cantando essa música!


Dream Theater - A Change of Seasons



Essa não é uma música, é uma saga épica de 24 minutos...O engraçado é que ouço ela de cabo a rabo com imenso prazer, e nem percebo que são 24 minutos o.o

Bom, essas são apenas quatro que "lavam" meu cérebro e o deixam prontinho pra enchê-lo com mais porcarias! Elas funcionam como uma válvula de escape pra mim, uma viagem para outro mundo!

Meu mundo.

Anúncio: procuro banda!

S

im, é verdade que eu nunca fiz aula, acabo com minhas pregas vocais tomando água gelada, café muito quente e cantando alto demais. Porém, já passei por três bandas que foram mais intensas que qualquer conservatório! A primeira durou um ano, fizemos várias apresentações e foi a banda que mais aprendi, com certeza por ter sido a primeira. A última também foi marcante, pena que acabou quando decidimos que estávamos prontos pra nos apresentar (chuif). Passei um tempo querendo férias dos holofotes e do glamour (cof tava cansada de ensaiar todo fim de semana), mas sinto que já descansei o bastante e agora estou entrando em crise de abstinência! Eu quero cantar!

Portanto, músicos de Jaú e região (preferência Jaú), entrem em contato comigo!
Clique aqui para ouvir minhas gravações caseiras

Meu "currículo":

- Breyla, 21 anos
- Canta há 8 anos
- Soprano
- Canta preferencialmente Heavy Metal
- Já cantou em bandas que faziam covers de Metal Melódico (Angra, Shaman, Stratovarius, Nightwish, After Forever, Within Temptation), Metal Tradicional (Iron Maiden, Dio, Black Sabbath), Hard Rock (Deep Purple, Skid Row) e Thrash Metal (Metallica)
- Muita facilidade em cantar em outras línguas, especialmente o inglês
- Tem equipamento próprio.

Obrigada!

Femme Fatale: impressões



E

u pareço roqueira, ajo como roqueira, sou roqueira. Mas nunca escondi de ninguém que tenho algumas quedas, na verdade, verdadeiros tombos, por vários artistas populares. Um deles é Britney Spears. Tiram sarro de mim, falam que ela é piriguete, zuada e tem voz de bebê, que a música dela é pobre e as letras são todas iguais, mas nenhuma crítica surte efeito em mim. Simplesmente VENERO a mulé! Amo as caras e bocas dela, o jeito que ela dança, e sim, a voz dela também, tudo.

Quando assisti o clipe de "Hold It Against Me", adorei a música, ela, o clipe e tudo mais, mas não pude deixar de notar que mesmo com toda a edição do clipe, ela ainda dança feito um cabideiro. O que aconteceu com aquela Britney de franjinha, de "Sometimes" e "(You Drive Me) Crazy", que dançava muito?! Será que ela sente dor quando se movimenta? Será que ela está fazendo algum tratamento, fisioterapia? Eu simplesmente não entendo como uma pessoa que se movimentava tão bem de repente travou. Enfim. Essa primeira parte do post é apenas um adendo, uma coisa que eu tinha que colocar pra fora. Falemos do álbum!

O Femme Fatale pode não ser o melhor álbum da Britney, mas funcionou, não achei nenhuma música ruim. O álbum é para as pistas, tem ótimas batidas e mixagens (como sempre), mas no fundo isso me encomoda um pouco. Antes, eram as infinitas participações de rappers, daí então a Lady Gaga chegou, colocando música eletrônica em tudo. Fazendo um paralelo, acabei de assistir o clipe novo da Jennifer Lopez "On the Floor" e é o mesmo esquema, batidas eletrônicas até os tímpanos estourarem. É impressionante, mas o estilo sexy+batidas fortes dá certo de novo, e de novo, e de novo, até que algo ou alguém venha e crie uma nova tendência. E assim a indústria fonográfica sobrevive.

Eu gosto das batidas eletrônicas, mas ainda prefiro o som puro, com menos "autotune" e mais "atitute". Acho que tô velha.
Encerrando, dou 9,0 para o Femme Fatale, com uma dolorosa saudade daquela Brit épica de Toxic, My Perrogative...Anyway, Diva Forever! Destaque pra How I Roll, que é bem diferente e fofa, Till the World Ends, que abre o álbum com tudo, Criminal, que lembra a old Brit e Big Fat Bass com Will.I.Am que gruda na cabeça.
 
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